Zero alerta: Lisboa pode falhar neutralidade até 2030
Associação considera que as medidas do plano são “bem-intencionadas”, mas “claramente insuficientes”. Dado que não referem a quantificação das emissões evitadas, a que custos e em que prazos.
11/03/2026
Associação considera que as medidas do plano são “bem-intencionadas”, mas “claramente insuficientes”. Dado que não referem a quantificação das emissões evitadas, a que custos e em que prazos.
Falta agora a aprovação final pelo Conselho da UE para poder entrar em vigor. O Parlamento Europeu confirmou no dia 10 de fevereiro, o acordo alcançado com o Conselho da
A transição energética é, na Europa, a ação prioritária ao combate às alterações climáticas, sob o objetivo do limite de 1,5oC para o aquecimento global dos oceanos.

Associação considera que as medidas do plano são “bem-intencionadas”, mas “claramente insuficientes”. Dado que não referem a quantificação das emissões evitadas, a que custos e em que prazos.

Falta agora a aprovação final pelo Conselho da UE para poder entrar em vigor. O Parlamento Europeu confirmou no dia 10 de fevereiro, o acordo alcançado com o Conselho da União Europeia para reduzir em 90% as emissões de gases com efeito de estufa até 2040, com o objetivo de alcançar a neutralidade climática até 2050.

A transição energética é, na Europa, a ação prioritária ao combate às alterações climáticas, sob o objetivo do limite de 1,5oC para o aquecimento global dos oceanos.