Executivo de Alenquer aprova estudo para nova empresa de gestão da água
Câmara Municipal de Alenquer aprovou a realização de um estudo para a criação de uma empresa municipal responsável pela gestão da água, saneamento e resíduos.
13/03/2026
Câmara Municipal de Alenquer aprovou a realização de um estudo para a criação de uma empresa municipal responsável pela gestão da água, saneamento e resíduos.
Portugal desperdiça quase nove piscinas olímpicas de água por hora. Em 2024, o país perdeu mais de 187,3 milhões de metros cúbicos (m³) de água tratada. A maior parte dessa
Medidas excecionais visam proteger consumidores afetados pela tempestade Kristin.
Evento da ERSAR (Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos) A conservação dos recursos naturais e o uso eficiente da água são objetivos nacionais com grande relevância para os
Mesmo não apreciando o aumento, parece-nos natural que aconteça quando falamos do azeite, dos ovos, da água engarrafada ou de outros produtos que enchem a despesa.
No ano passado foram realizadas mais de 600 mil análises em laboratórios acreditados, confirmando a tendência de excelência na qualidade da água para consumo humano.
Surgiu como uma solução para minimizar o furto frequente de tampas de saneamento no Porto (e do seu valioso metal) e simultaneamente reaproveitar resíduos de plástico provenientes de obras.
Pelo sexto ano consecutivo, os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra (SMAS de Sintra) mantêm-se abaixo dos 20% de água não faturada (perdas de água), mantendo um registo
A empresa Águas do Algarve lançou, no dia 13 de dezembro, o concurso público internacional para a contratação da empreitada do “Reforço do Abastecimento de Água ao Algarve – Solução
Joaquim Poças Martins, secretário-geral do Conselho Nacional da Água, afirmou esta sexta-feira que as entidades gestoras de abastecimento de água com perdas na ordem dos 40 a 50%, que considera

Câmara Municipal de Alenquer aprovou a realização de um estudo para a criação de uma empresa municipal responsável pela gestão da água, saneamento e resíduos.

Portugal desperdiça quase nove piscinas olímpicas de água por hora. Em 2024, o país perdeu mais de 187,3 milhões de metros cúbicos (m³) de água tratada. A maior parte dessa água se perde no trajeto até as casas dos clientes, no serviço em baixa, que registra 166 milhões de m³ de perdas.

Medidas excecionais visam proteger consumidores afetados pela tempestade Kristin.

Evento da ERSAR (Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos) A conservação dos recursos naturais e o uso eficiente da água são objetivos nacionais com grande relevância para os serviços de abastecimento público de água e de saneamento de águas residuais urbanas, reconhecidos na Lei da Água e consagrados nos sucessivos planos estratégicos do setor.

Mesmo não apreciando o aumento, parece-nos natural que aconteça quando falamos do azeite, dos ovos, da água engarrafada ou de outros produtos que enchem a despesa.

No ano passado foram realizadas mais de 600 mil análises em laboratórios acreditados, confirmando a tendência de excelência na qualidade da água para consumo humano.

Surgiu como uma solução para minimizar o furto frequente de tampas de saneamento no Porto (e do seu valioso metal) e simultaneamente reaproveitar resíduos de plástico provenientes de obras.

Pelo sexto ano consecutivo, os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra (SMAS de Sintra) mantêm-se abaixo dos 20% de água não faturada (perdas de água), mantendo um registo dentro do valor de referência definido pela ERSAR (Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos) que ainda não é atingido por mais de 80% de entidades gestoras da área do abastecimento de água.

A empresa Águas do Algarve lançou, no dia 13 de dezembro, o concurso público internacional para a contratação da empreitada do “Reforço do Abastecimento de Água ao Algarve – Solução da Tomada de Água do Pomarão”.

Joaquim Poças Martins, secretário-geral do Conselho Nacional da Água, afirmou esta sexta-feira que as entidades gestoras de abastecimento de água com perdas na ordem dos 40 a 50%, que considera possível sintoma de má gestão, “não têm legitimidade” para subir tarifas.