50 anos do 25 de abril na área do ambiente: Qual a evolução da gestão dos recursos hídricos?
De 24 a 26 de abril, a Green Savers aborda, com a ajuda de especialistas, a evolução de alguns setores da área do ambiente nestes 50 anos do 25 de
17/03/2026
De 24 a 26 de abril, a Green Savers aborda, com a ajuda de especialistas, a evolução de alguns setores da área do ambiente nestes 50 anos do 25 de
A proteção de pessoas e bens, através da minimização dos riscos associados às inundações, constitui uma preocupação crescente, face ao incremento de fenómenos de precipitação muito intensa, e de agitação
O ranking é liderado pelos países do norte da Europa, com a Finlândia em primeiro lugar com 80 pontos, seguido da Suécia e Dinamarca nos segundos e terceiros lugares respetivamente.
Os restantes três fatores apontados pela AEDyR são o facto de as centrais de dessalinização não emitirem CO2, o concentrado proveniente destas centrais não possuir componentes tóxicos e Espanha ser
As correntes fortes, especialmente após as 16 horas, também preocupam os agentes de saúde e a Câmara Municipal de Lisboa.

De 24 a 26 de abril, a Green Savers aborda, com a ajuda de especialistas, a evolução de alguns setores da área do ambiente nestes 50 anos do 25 de abril. Para o Professor Adelino Silva Soares da Universidade Lusófona, o “uso e a ocupação indevida dos leitos de cheia provocaram significativos prejuízos que poderiam ter sido minimizados se tivesse havido racional utilização do território”.

A proteção de pessoas e bens, através da minimização dos riscos associados às inundações, constitui uma preocupação crescente, face ao incremento de fenómenos de precipitação muito intensa, e de agitação marítima, associados aos efeitos das alterações climáticas, pelo que os mecanismos de gestão de inundações assumem cada vez mais relevância, envolvendo diferentes entidades.

O ranking é liderado pelos países do norte da Europa, com a Finlândia em primeiro lugar com 80 pontos, seguido da Suécia e Dinamarca nos segundos e terceiros lugares respetivamente. As duas últimas posições são ocupadas pela Bulgária e Turquia, as duas abaixo dos 60 pontos.

Os restantes três fatores apontados pela AEDyR são o facto de as centrais de dessalinização não emitirem CO2, o concentrado proveniente destas centrais não possuir componentes tóxicos e Espanha ser pioneira e possuir ampla experiência e conhecimento na construção e gestão destas infraestruturas.

As correntes fortes, especialmente após as 16 horas, também preocupam os agentes de saúde e a Câmara Municipal de Lisboa.