Barragem do Pisão continua parada por decisão judicial

Barragem do Pisão continua parada por decisão judicial

Joaquim Diogo, também presidente da Câmara do Crato, exige uma revisão das regras para projetos de interesse público nacional.

As obras da barragem do Pisão, no Alto Alentejo, continuam a dar que falar e a gerar braços de ferro na Justiça.

Desta vez, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, Joaquim Diogo, veio a público exigir uma revisão urgente na lei dos projetos de interesse público nacional.

Os autarcas da região querem evitar novas paragens devido a recursos judiciais. Além disso, sugerem que as associações que travam estes projetos sejam responsabilizadas financeiramente pelos prejuízos causados.

O projeto da Barragem do Pisão prevê um investimento superior a 220 milhões de euros e a submersão da aldeia. Os trabalhos principais continuam travados por contestação ambiental.

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Barragem do Pisão continua parada por decisão judicial

Ainda assim, o projeto assinou um contrato de 14,6 milhões de euros para executar infraestruturas hidráulicas destinadas à ETA da Póvoa e Meadas.

Com as obras suspensas por decisão judicial desde maio, Joaquim Diogo, também presidente da Câmara do Crato, exige uma revisão das regras para projetos de interesse público nacional.

Os autarcas da região querem evitar novas paragens devido a recursos judiciais. Além disso, sugerem que as associações que travam estes projetos sejam responsabilizadas financeiramente pelos prejuízos causados.

O caso promete novos capítulos já no próximo mês. Nesse período, terão início as audições no Tribunal de Castelo Branco para decidir o futuro de um dos maiores investimentos públicos no Alentejo.

Fonte: Now Canal.PT

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