Redução de perdas de água “é fácil, é barato e dá milhões”
A Associação das Empresas Portuguesas para o Ambiente defendeu hoje que a redução de perdas de água é “fácil, barato e dá milhões” e garante uma nova fonte de consumo,
18/09/2026
A Associação das Empresas Portuguesas para o Ambiente defendeu hoje que a redução de perdas de água é “fácil, barato e dá milhões” e garante uma nova fonte de consumo,
O secretário de Estado da Agricultura disse este domingo que o elevado consumo de água no setor agrícola não é um gasto, mas uma necessidade, sublinhando que o uso eficiente
A importância da água como recurso insubstituível e suporte da vida mantendo os ecossistemas e as várias atividades humanas, dá o mote a um ciclo de conferências organizado pela Academia
É frequente referir-se que nas últimas décadas o nosso país operou o “milagre da água”.
Seis bacias hidrográficas registaram uma diminuição do volume de água armazenada no último dia de novembro comparando com o mês anterior e cinco registaram um aumento.
Um quarto da água captada para o consumo humano perde-se nas redes de abastecimento urbanas. 30% de toda a água captada é consumida sem ser faturada.
O objetivo passa por combater a escassez de água, que deverá agravar-se no futuro, sendo a dessalinização uma das formas apresentadas para responder a esta carência.
O evento volta a contar com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Na manhã do dia 23 de novembro, a abrir o painel II da 18.ª Expo Conferência da Água, dedicado à “Escassez de Água e Uso Eficiente.
Destinado a divulgação pelo Governo e por “todos os agentes económicos com ênfase na sociedade civil”, o documento designado como Declaração de Arouca, a que a Lusa teve acesso na

A Associação das Empresas Portuguesas para o Ambiente defendeu hoje que a redução de perdas de água é “fácil, barato e dá milhões” e garante uma nova fonte de consumo, e acusou o setor de estar “viciado” em subsídios.

O secretário de Estado da Agricultura disse este domingo que o elevado consumo de água no setor agrícola não é um gasto, mas uma necessidade, sublinhando que o uso eficiente é uma prioridade, a par da transição energética.

A importância da água como recurso insubstituível e suporte da vida mantendo os ecossistemas e as várias atividades humanas, dá o mote a um ciclo de conferências organizado pela Academia das Ciências de Lisboa.

É frequente referir-se que nas últimas décadas o nosso país operou o “milagre da água”.

Seis bacias hidrográficas registaram uma diminuição do volume de água armazenada no último dia de novembro comparando com o mês anterior e cinco registaram um aumento.

Um quarto da água captada para o consumo humano perde-se nas redes de abastecimento urbanas. 30% de toda a água captada é consumida sem ser faturada.

O objetivo passa por combater a escassez de água, que deverá agravar-se no futuro, sendo a dessalinização uma das formas apresentadas para responder a esta carência.

O evento volta a contar com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Na manhã do dia 23 de novembro, a abrir o painel II da 18.ª Expo Conferência da Água, dedicado à “Escassez de Água e Uso Eficiente.

Destinado a divulgação pelo Governo e por “todos os agentes económicos com ênfase na sociedade civil”, o documento designado como Declaração de Arouca, a que a Lusa teve acesso na terça-feira.