O grupo espanhol tem vindo a reforçar a presença em Portugal desde 2024, quando vendeu a SUMA à Mota-Engil, ficando com a operação de resíduos não urbanos da construtora portuguesa.
A espanhola Urbaser, que conta com o músculo financeiro da Blackstone e da EQT, chegou a acordo para adquirir a Egeo SGPS, com exceção da Egeo Solventes, segundo uma notificação publicada esta terça-feira pela Autoridade da Concorrência (AdC).
A operação, diz o regulador, consiste na aquisição:
“Através da Sertego Portugal, SGPS, S.A., do controlo exclusivo sobre a Egeo SGPS, S.A. e das suas subsidiárias, à exceção da Egeo Solventes, S.A.”.
A Urbaser alienou em 2024 a SUMA, empresa que opera na recolha, tratamento e valorização de resíduos urbanos, à Mota-Engil, tendo ficado, em contrapartida, com a operação dos resíduos industriais em Portugal.
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Escassos dias volvidos, a Urbaser notificou o regulador da compra do português Grupo Carmona, especializado na gestão de resíduos não urbanos, nomeadamente resíduos perigosos. Ademais, em outubro de 2024, o grupo espanhol avançou para a aquisição da totalidade do negócio da multinacional norte-americana Stericycle em Portugal e Espanha.
Já este ano, em março, a Urbaser chegou a acordo para comprar uma posição maioritária na EcoAmbiente. Gestora de resíduos urbanos em Portugal que é controlada pela IP Holdings, do empresário Ilídio Pinho.
Por fim, a operação vê a Urbaser reentrar na área dos resíduos urbanos no mercado nacional. Depois de, em janeiro de 2024, ter abdicado da sua participação na SUMA.
Fonte: Jornal de Negócios
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