Margem Sul vai ser abastecida com água vinda de Castelo de Bode
A ideia é que o distrito de Setúbal tenha redundância no abastecimento, juntando a água de Castelo de Bode e do rio Tejo ao aquífero Tejo-Sado, a atual fonte de
15/09/2026
A ideia é que o distrito de Setúbal tenha redundância no abastecimento, juntando a água de Castelo de Bode e do rio Tejo ao aquífero Tejo-Sado, a atual fonte de
Movimento Alargar as Nucleares, Não Obrigado considera “injustiça e ilegalidade” o prolongamento, visto haver acordo para fechar a central em 2027. Alertam para eventual contaminação em Lisboa.
A tomada de posição surge após o movimento ambientalista ter divulgado um comunicado em que denuncia incumprimentos dos caudais mínimos previstos na Convenção de Albufeira. Ademais, alerta para os efeitos
O movimento proTEJO alertou esta sexta-feira que os rios Tejo e Zêzere apresentam caudais semelhantes aos de “uma ribeira”, denunciando incumprimentos da Convenção de Albufeira e impactos na agricultura, no
O município da Moita votou contra as contas da Simarsul, empresa de saneamento da Península de Setúbal. A decisão ocorreu como forma de protesto. Segundo a autarquia, persistem graves problemas
Está em consulta pública até dia 28 de fevereiro um estudo que propõe a construção de um novo açude no Rio Tejo, acarretando importantes danos ecológicos, paisagísticos, económicos, sociais, culturais
As correntes fortes, especialmente após as 16 horas, também preocupam os agentes de saúde e a Câmara Municipal de Lisboa.

A ideia é que o distrito de Setúbal tenha redundância no abastecimento, juntando a água de Castelo de Bode e do rio Tejo ao aquífero Tejo-Sado, a atual fonte de fornecimento. Crise de escassez de água no concelho de Almada serviu de lição.

Movimento Alargar as Nucleares, Não Obrigado considera “injustiça e ilegalidade” o prolongamento, visto haver acordo para fechar a central em 2027. Alertam para eventual contaminação em Lisboa.

A tomada de posição surge após o movimento ambientalista ter divulgado um comunicado em que denuncia incumprimentos dos caudais mínimos previstos na Convenção de Albufeira. Ademais, alerta para os efeitos da reduzida disponibilidade de água nas atividades económicas e nos ecossistemas da bacia hidrográfica do Tejo na sub-região do Médio Tejo. Nomeadamente entre Mação e Vila Nova da Barquinha.

O movimento proTEJO alertou esta sexta-feira que os rios Tejo e Zêzere apresentam caudais semelhantes aos de “uma ribeira”, denunciando incumprimentos da Convenção de Albufeira e impactos na agricultura, no turismo de natureza, na fauna e na flora.

O município da Moita votou contra as contas da Simarsul, empresa de saneamento da Península de Setúbal. A decisão ocorreu como forma de protesto. Segundo a autarquia, persistem graves problemas ambientais que afetam o concelho.

Está em consulta pública até dia 28 de fevereiro um estudo que propõe a construção de um novo açude no Rio Tejo, acarretando importantes danos ecológicos, paisagísticos, económicos, sociais, culturais e patrimoniais.

As correntes fortes, especialmente após as 16 horas, também preocupam os agentes de saúde e a Câmara Municipal de Lisboa.