Indaqua vende primeiros créditos de água através de blockchain
A Indaqua vendeu a primeira centena de créditos de água através da tecnologia blockchain por aproximadamente 400 euros.
10/03/2026
A Indaqua vendeu a primeira centena de créditos de água através da tecnologia blockchain por aproximadamente 400 euros.
Saber quais são os grandes desafios que se colocam ao setor energético em Portugal nos próximos tempos foi aquilo a que se propôs a Ambiente Magazine neste trabalho.
O projeto “Pegada 4.0” é liderado pela Universidade de Évora e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo como foco cinco indicadores essenciais: dióxido de carbono, recursos hídricos,
O primeiro satélite, de testes, já foi lançado a 14 de março, e agora inicia-se a construção de uma constelação de mais de 50 satélites que, a partir de 2029,
O pedido é muito simples: fechem as torneiras durante 60 minutos neste Dia Mundial da Água.
Portugal vai mobilizar até 15 milhões de euros para projetos de investigação e inovação que contribuam para a descarbonização da aviação.
Concordante com o primeiro princípio de economia circular – eliminar a geração de resíduos e poluição – o Biometano transforma resíduos em recursos, gerando energia 100% renovável e neutra em
A solução, desenvolvida em parceria com a Sociedade Ponto Verde (SPV) e a Tetra Pak, visa aumentar a eficiência na separação de materiais recicláveis.
Surgiu como uma solução para minimizar o furto frequente de tampas de saneamento no Porto (e do seu valioso metal) e simultaneamente reaproveitar resíduos de plástico provenientes de obras.
A central está prevista para os concelhos de Pedrógão Grande (Leiria), Pampilhosa da Serra (Coimbra) e Sertã (Castelo Branco).

A Indaqua vendeu a primeira centena de créditos de água através da tecnologia blockchain por aproximadamente 400 euros.

Saber quais são os grandes desafios que se colocam ao setor energético em Portugal nos próximos tempos foi aquilo a que se propôs a Ambiente Magazine neste trabalho.

O projeto “Pegada 4.0” é liderado pela Universidade de Évora e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo como foco cinco indicadores essenciais: dióxido de carbono, recursos hídricos, poluição difusa, paisagem e biodiversidade.

O primeiro satélite, de testes, já foi lançado a 14 de março, e agora inicia-se a construção de uma constelação de mais de 50 satélites que, a partir de 2029, irá permitir o acesso de informação à escala global.

O pedido é muito simples: fechem as torneiras durante 60 minutos neste Dia Mundial da Água.

Portugal vai mobilizar até 15 milhões de euros para projetos de investigação e inovação que contribuam para a descarbonização da aviação.

Concordante com o primeiro princípio de economia circular – eliminar a geração de resíduos e poluição – o Biometano transforma resíduos em recursos, gerando energia 100% renovável e neutra em carbono.

A solução, desenvolvida em parceria com a Sociedade Ponto Verde (SPV) e a Tetra Pak, visa aumentar a eficiência na separação de materiais recicláveis.

Surgiu como uma solução para minimizar o furto frequente de tampas de saneamento no Porto (e do seu valioso metal) e simultaneamente reaproveitar resíduos de plástico provenientes de obras.

A central está prevista para os concelhos de Pedrógão Grande (Leiria), Pampilhosa da Serra (Coimbra) e Sertã (Castelo Branco).