Concurso Água Pomarão

Lançado concurso público para a Tomada de Água do Pomarão

Concurso Água Pomarão

Primeiramente Maria da Graça Carvalho presidiu ainda, em Faro, à assinatura de protocolos que vão levar água para consumo humano às aldeias do Espírito Santo e Mesquita, em Mértola, e para a reabilitação da rede de saneamento de Castro Marim.

Contudo a empresa Águas do Algarve lançou, no dia 13 de dezembro, o concurso público internacional para a contratação da empreitada do “Reforço do Abastecimento de Água ao Algarve – Solução da Tomada de Água do Pomarão”.

Portanto a empreitada, que será dividida em três lotes. Tem um preço base de 101 milhões de euros e um prazo de execução de 460 dias. O projeto permitirá aumentar em 30 hm3 anuais a resiliência e capacidade hidráulica do sistema de abastecimento de água para consumo humano no Algarve.

LEIA TAMBÉM: Investimento de obras de beneficiação na ETAR de Santa Cruz

Ademais este projeto, previsto no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), integrando a sua Componente C09. Tinha sido objeto de um pedido de aumento do valor de investimento por parte da Águas do Algarve. De 72, 8 milhões de euros para 109 milhões de euros, verba que contempla a empreitada e estudos.

Concurso Água Pomarão

Considerando os pareceres emitidos pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR). Mas a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, autorizou a nova verba, através de um despacho.

LEIA TAMBÉM: Ondas de calor em 2024 interferiram no ciclo global da água

“Concordámos que, face à grande importância estratégica desta obra, e à manifesta insuficiência dos valores inicialmente projetados face aos objetivos que se pretendia atingir, se justificava este reforço de verbas para garantir a execução de um projeto que terá reflexos muito positivos na disponibilidade hídrica no Algarve”, explica Maria da Graça Carvalho, sublinhando que “este é um investimento que se destina, exclusivamente, a satisfazer as necessidades de água para consumo humano e terá reflexos muito positivos na disponibilidade hídrica no Algarve”.

A ministra do Ambiente e Energia realça ainda que “a realização desta obra só é possível porque, graças a um grande trabalho técnico e político desenvolvido ao longo de vários meses, foi assinado com a Espanha um entendimento, no âmbito da Convenção de Albufeira, que entre outros aspetos abriu caminho à definição de um regime ecológico para o rio Guadiana, com a água remanescente a ser partilhada de forma equitativa entre os dois países”.

Fonte: TR.

Conteúdos Relacionados

proTEJO alerta para Tejo e Zêzere com caudais de “uma ribeira” e denuncia incumprimentos

proTEJO alerta para Tejo e Zêzere com caudais de “uma ribeira” e denuncia incumprimentos

A tomada de posição surge após o movimento ambientalista ter divulgado um comunicado em que denuncia incumprimentos dos caudais mínimos previstos na Convenção de Albufeira. Ademais, alerta para os efeitos da reduzida disponibilidade de água nas atividades económicas e nos ecossistemas da bacia hidrográfica do Tejo na sub-região do Médio Tejo. Nomeadamente entre Mação e Vila Nova da Barquinha.

Leia mais »