O parque solar da EDP em Fukushima entrou no dia 28 de Maio, em funcionamento. Além disso, prevê produzir cerca de 48 GWh de energia por ano, no âmbito de um contrato de longo prazo com a Amazon.
A EDP Renewables APAC desenvolveu o projeto. Além disso, associou-o a um contrato de compra de energia, garantindo o fornecimento de energia renovável à tecnológica norte-americana no Japão.
O parque solar ocupa uma área de 60 hectares. Além disso, a EDP reconverteu um antigo campo de golfe desativado para implantar o parque solar, que conta com mais de 63 mil painéis solares.
LEIA TAMBÉM: Arganil recebe unidade inovadora para tratamento sustentável de águas residuais
Este é o segundo contrato de compra de energia celebrado entre a EDP e a Amazon na região Ásia-Pacífico (APAC). O primeiro foi firmado em 2021, através de um projeto solar em Singapura.
O acordo faz parte de uma colaboração estratégica que começou em 2015 com um parque eólico em Ohio e continua a expandir-se. A nível global, a Amazon já contratou mais de 1,4 GW de capacidade renovável em vários projetos da EDP.
“A nossa colaboração com a EDP em vários países, incluindo este projeto solar em Fukushima, é fundamental para alcançar o objetivo da Amazon de atingir a neutralidade carbónica em todas as suas operações até 2040″, afirmou o Diretor de Infraestruturas APAC da Amazon Web Services, Cameron Evans.
Além da energia solar, a estratégia de energias renováveis da EDP no Japão inclui também sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS).
“A entrada em operação do projeto solar de Fukushima demonstra como as energias renováveis se tornaram um motor estratégico para empresas e economias, ao combinar soluções ligadas à rede com colaborações de longo prazo, como a estabelecida com a Amazon, estamos a fornecer soluções energéticas resilientes e competitivas, ao mesmo tempo que apoiamos a transição para um futuro totalmente eletrificado e sustentável”, afirmou o presidente executivo da EDP, Miguel Stilwell d’Andrade, citado em comunicado.
Fonte: ECO.sapo
LEIA TAMBÉM: Nasce no Sabugal primeiro projeto na plataforma Mercado Voluntário de Carbono português



